Depois de três anos vivendo na Europa, digo sem a menor sombra de dúvida que a coisa que mais mudou em mim foi a capacidade, e até mesmo a necessidade, de planejar. Planejar tudo, desde o que eu vou comer no café da manhã de amanhã ao que eu vou fazer daqui a trinta anos ou mais, quando me aposentar, passando por assuntos mais mundanos como almoços com amigos e viagens de férias.